Portaria n.º 129/73

Tipo
Portaria
Data
24/02/1973
Diploma n.º
129/73
Diário da República
N.º 47, Série I
Emitentes
Ministério do Interior - Comando-Geral da Guarda Nacional Republicana
Vigência
Revogado

Sumário

Aprova o modelo do brasão de armas da Guarda Nacional Republicana



Portaria n.º 129/73

de 24 de Fevereiro

Manda o Governo da República Portuguesa, pelo Ministro do Interior, aprovar o modelo do brasão de armas da Guarda Nacional Republicana, cuja reprodução consta do anexo à presente portaria e com a descrição heráldica seguinte:

Escudo - de verde, uma espada antiga, com lâmina de prata, guarnecida, empunhada e maçanetada de ouro, posta em pala, acompanhada à dextra e à sinistra de dois dragões de ouro, animados, lampassados e armados de vermelho, tendo sobre o peito as cinco quinas do escudo das armas nacionais, de azul, o escudo é sobreposto ao colar da Ordem Militar da Torre e Espada.

Elmo - militar, de prata, colocado a três quartos para a dextra, tauxiado de ouro e forrado de verde.

Correias - de verde, afiveladas e perfiladas de ouro.

Paquife e virol - de verde e ouro.

Timbre - um dragão do escudo, sainte, de ouro, animado, lampassado e armado de vermelho, tendo sobre o peito as cinco quinas das armas nacionais e tendo na dextra uma espada antiga, com lâmina de prata, guarnecida, empunhada e maçanetada de ouro.

Divisa - num listel de branco, ondulado, sotoposto ao escudo, em caracteres maiúsculos, negros, de derivação romana:

PELA LEI E PELA GREI

A espada antiga simboliza o carácter castrense da Guarda Nacional Republicana.

Os dragões simbolizam a defesa da lei e da grei.

O ouro significa nobreza e constância.

A prata significa riqueza e eloquência.

O verde significa esperança e constitui, cor simbólica e tradicional da Guarda Nacional Republicana.

O vermelho significa ardor bélico e força.

A divisa define, de modo lapidar, a missão primacial da Guarda Nacional Republicana.

Ministério do Interior, 14 de Fevereiro de 1973. - O Ministro do Interior, António Manuel Gonçalves Rapazote.

(ver documento original)

O Ministro do Interior, António Manuel Gonçalves Rapazote.